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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Um Templo no Tempo.

“Feliz aquele que age assim, o homem que nisso permanece firme, observando o sábado para não profaná-lo, e vigiando sua mão para não cometer nenhum mal” (Isaías 56:2, Nova Versão Internacional).
Desde o pôr-do-Sol de sexta-feira (Gn 1:5; Lv 23:32; Nee 13:19), você e eu temos a oportunidade de entrarmos num “Santuário no Tempo”. Esse Santuário se chama “Sábado”, o verdadeiro “dia do Senhor” (Is 58:13; Nee 13:22; Mt 12:8; Mc 2:28).
Esse dia é um “Templo no Tempo” porque nele o Criador do universo quer ter um encontro especial com Seus filhos humanos. Ele abençoou e santificou o sábado (Gn 2:1-3) para que você e eu, ao entrarmos nesse “Santuário”, deixássemos pelo lado de fora dele todas as nossas preocupações e atividades seculares, e permanecêssemos lá “dentro” apenas com nosso Deus, na companhia das pessoas que mais amamos e/ou precisam de nós (Mt 12:12).
Infelizmente, muitos querem “derrubar” esse “Templo” no qual Deus ensina semanalmente que temos um Criador (Êx 20:8-11) e um Salvador da escravidão do pecado (Dt 5:15), que está disposto a nos amar e dar descanso espiritual todos os dias (Hb 4). Que você não faça parte desse vandalismo espiritual!
Além disso, esse “Santuário”, que é construído pelo próprio Deus e solidificado sobre os Dez Mandamentos (Êx 20:8-11), é uma vacina contra a heresia da salvação pelas obras. Afinal, nele aprendemos que quem nos santifica é Deus e não nós mesmos! (Veja Ez 20:12, 20). O sábado, sem dúvidas, é um memorial da graça de Deus sobre todas as Suas criaturas.
Se ainda você não entrou pelas portas desse “Templo no Tempo” para adorar a Deus, experimente fazer isso hoje mesmo. Você verá que bênçãos especiais serão derramadas sobre sua saúde física, mental e espiritual, e sentirá imediatamente os resultados em seus relacionamentos.
Desejo que, desde o primeiro dia em que observar o sábado, você tenha um FELIZ SÁBADO!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Que tipo de Céu?


“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam.” 1 Coríntios 2:9

Os saduceus não acreditavam na ressurreição, e um dia, tentaram armar uma cilada para Jesus, apresentando-lhe o caso absurdo de uma mulher que teria desposado sete irmãos (ver Mt 22:23-33). Eles já haviam silenciado os fariseus com esse argumento, e pensavam que poderiam repetir a façanha com Jesus. Seu propósito era demonstrar que a ressurreição era uma ideia ridícula, pois a qual dos sete maridos pertenceria ela quando todos ressuscitassem?

Para os fariseus o problema não tinha solução. Mas Jesus não Se deixou intimidar e respondeu aos intelectuais da época que eles não conheciam as Escrituras, pois estas apresentam relatos de ressurreições (1Rs 17:20-23; 2Rs 4:34-37; 13:20, 21), nem o poder de Deus, que pode resolver todas as situações, por mais complicadas que sejam.

Os saduceus erravam ao imaginar o Céu como uma continuação melhorada da vida na Terra. Os homens geralmente pensam assim, pois não têm ideia do que Deus está preparando para aqueles que O amam. Os índios peles-vermelhas, que eram caçadores por natureza, imaginavam o Céu como um lugar de caça abundante. Os vikings, que eram um povo guerreiro, pensavam no Valhalla (a morada dos heróis mortos), onde lutariam o dia todo e beberiam vinho no oco do crânio de seus inimigos. Os muçulmanos, que viviam originalmente no deserto, onde não havia sensualismo, ainda hoje concebem o Céu como uma espécie de harém, onde todos os desejos sexuais serão satisfeitos. Por outro lado, muitos cristãos imaginam o Céu como um lugar tedioso, em que os remidos passarão a eternidade sentados numa nuvem, tocando harpa.

Nada mais distante da realidade futura. Aqueles que têm ou tiveram um casamento feliz, neste mundo, poderão ficar frustrados ao pensar que no Céu não haverá relacionamento conjugal, mas seremos todos “como anjos”. Outros podem achar que se não houver sexo, não terá graça.

Entretanto, como diz Ellen White, não “devemos medir as condições da vida futura pelas condições desta vida” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 173).

Pela fé, podemos ter a certeza de que Deus está preparando para aqueles que O amam um tipo de relacionamento infinitamente superior ao do mais feliz dos casamentos. Porque o Céu é um lugar onde a felicidade é total. E permanente.


Fonte: Meditação 2010 -  Com a eternidade no coração. 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Ouvir a Voz de Deus


Todo aquele que deseja conhecer Jesus precisa viver uma vida que o oriente para tal. Apenas querer, almejar, desejar, não é o suficiente, nossas ações para isso precisam imperativas! Eu quero, eu almejo, eu desejo, agora, ter mais de Jesus na minha vida! Só que também não acontece da noite pro dia...

Como faz?

A palavra de Deus nos mostra exemplos maravilhosos de personagens que aceitaram conhecer, que aceitaram dedicar sua vida a Deus, e começaram pelo simples ato de ouvir...

Isaías aceitou o chamado para o ministério, aceitou ser um profeta de Deus, função “ingrata”, falar de Deus para um povo que não estava nem aí pra Ele! (não parece hoje???). Ouviu o chamado de Deus e disse: “Senhor eis-me aqui”. (Isaías 6:1-8) 

Noé era um servo que ouvia a voz do Pai, que andava em Seus caminhos, procurava andar segundo o coração do Altíssimo; em meio a toda iniqüidade de seu tempo, foi separado para Deus. (Gênesis 7:1)

Filipe estava pronto para atender e ouviu a voz de Deus e pode fazer a diferença na vida do Eunuco que passava por Jerusalém. (Atos 8: 26-29)

Tá, mas e hoje? Será que dá pra eu ouvir a voz de Deus? É possível?

Como disse no começo, não é uma coisa que acontece da noite pro dia. Deus está ansioso para que ouçamos a Sua voz e para que nos atentemos ao querer dEle para nossas vidas!

Ainda hoje, Deus nos diz: “Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração”. Hebreus 3:7 e 8

Quanto antes decidirmos ser fieis a Deus, ouvindo sua voz, com o tempo vamos conhecendo mais Desse que quer nos amar!

Que possamos crer neste Deus que tem prazer em se relacionar conosco, neste Deus que se entregou por nós num ato de amor indescritível, que ainda hoje possamos ser fieis aos Seus caminhos e atentos a sua voz!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Amor de Deus.


"Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois Ele cuida de você." 1 Pedro 5:7  

Muitas vezes o nosso coração fica ferido ou afligido por circunstâncias diversas. Em momentos assim, pensamos que nunca conseguiremos curar estas dores e que o nosso coração permanecerá em pedacinhos por um longo tempo.
  Mas não é bem isso o que 1 Pedro 5:7 declara. Deus nos convida a entregarmos tudo aquilo que está nos magoando, ferindo ou inquietando para Ele. Ele, melhor do que coisas ou pessoas, sabe como cuidar da gente e sabe como solucionar tudo aquilo que tira o nosso sono e nos faz chorar à noite.
  Sozinhos e com as nossas próprias forças, não iremos conseguir nada. Somos dependentes do Senhor Jesus e por meio dEle podemos enfrentar todas as situações. Deus cuida de nós a partir do momento em que entregamos tudo a Ele e descansamos nEle, confiando que Ele pode tudo, mesmo quando não vemos ou entendemos. Precisamos ter fé e confiança.
  Decida hoje entregar todas as suas preocupações a Deus, pois ELE cuida de VOCÊ!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Podemos confiar nossos fracassos ao Senhor?


Pode Deus usar até mesmo os nossos fracassos, fazendo-os concorrer para o nosso bem último? Sim! Considere o caso de Marcos. Ele desistiu de ser missionário. Não aguentou os rigores das viagens missionárias de Paulo. Foi para casa como um fracasso. Mais tarde, querendo Barnabé levar o jovem na aventura missionária, Paulo recusou-se. Surgiu uma desavença entre Paulo e Barnabé sobre o que fazer com Marcos. Finalmente, Barnabé pegou Marcos e foi para Chipre.

Ficamos a imaginar o que aconteceu com Marcos sob o ministério de cura de Barnabé. O nome Barnabé significa “filho da consolação”. É exatamente isso o que ele foi para Marcos. Ele o tirou do seu fracasso e o levou de volta à fé. Deus não havia desistido de Marcos; nem tampouco o faria Barnabé. Chegada a hora certa e Marcos estando pronto, Pedro assumiu o ministério da reconstrução.

O grande pescador sabia o que era falhar para com o Senhor e receber nova oportunidade de recomeçar. Por causa de sua própria experiência, ele pôde oferecer coragem e esperança ao jovem Marcos. Deus estava operando os planos e propósitos que tinha para Marcos. Com Pedro, Marcos aprendeu em primeira mão a vida, a mensagem e o ministério de Cristo. Mais tarde, baseado nos relatos de Pedro, Marcos escreveu o segundo evangelho, um registro para a igreja primitiva do que Cristo fez e disse como Salvador.

Isso não teria sido possível se ele houvesse permanecido com Paulo. O Senhor usou um desapontamento profundo a fim de dar-nos o Evangelho de Marcos. E, com o tempo, Marcos e Paulo se reconciliaram.


Que lição podemos tirar dessa história? Podemos confiar nossos fracassos ao Senhor? Conseguimos crer que uma mágoa levou a uma esperança? O desafio é confiar ao Senhor os nossos fracassos. Ele pode conduzir-nos para uma direção nova, que de outra forma jamais teria sido possível. Que Senhor espantoso! Henrieta Mears disse, certa vez: “Fracasso não é pecado. Descrença o é”.  (Escrito por Lloyd Ogilvie)

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Não deixe a água sumir!




A tragédia do homem desde o Jardim do Éden sempre foi a mesma: tirar os olhos de Deus e confiar nos seus recursos. “Separados de Mim, nada pois fazer”, disse Jesus. Mas ao longo da História o homem tem insistido em viver afastado da Fonte da vida, substituindo o verdadeiro Deus por deuses ocos e sem vida.

Nos tempos do profeta Jeremias, o povo de Israel tinha abandonado a Deus, o manancial de águas viva e tentava cavar cisternas rotas que não retinham água (Jr 2:13).

O que é uma cisterna rota? Naquelas regiões o povo construía cisternas para armazenar água para a época da seca. Eram poços enormes, os quais recebiam um revestimento que impedia que a água escorresse para a terra. Às vezes, por negligência na construção do revestimento, o povo, quando precisava de água, descobria que o poço estava vazio. Aonde estava toda a água depositada nesse poço? Tinha escorrido pelas roturas do revestimento.

Em Jeremias 2:13 Deus expressa Sua tristeza pela insensatez de Seu povo. “Dois males cometeu o Meu povo: primeiro, deixaram o manancial de águas vivas e depois construíram cisternas rotas, que não retêm água”
.
Um cristianismo sem Cristo, um cristianismo que usa o nome de Cristo, mas vive apenas preocupado com exterioridades, não passa de cisterna rota. Você vai a ela pensando achar água, mas só encontra sequidão, desespero e morte.

Jesus é o único manancial de águas vivas e aqueles que desejam ser cada dia mais semelhantes a Ele não cometem a imprudência de confiar nas cisternas construídas por suas próprias mãos, não confiam no bom comportamento conseguido por seu próprio esforço, nem na sua reputação como bons membros de igreja. Não, eles vão ao manancial de águas vivas, são banhados diariamente nessas águas, acalmam a sede da alma na pureza dessas águas. Não permitem que nada os afaste desse manancial e o resultado dessa experiência é uma vida de obediência autêntica, um caráter que cada dia reflete mais e mais o caráter de Jesus.

Veja também que este verso de Jeremias expressa também a profunda tristeza que Deus sentiu no Jardim quando Adão e Eva se esconderam de Sua presença. Naquela tarde trágica o coração de Deus se afligiu não por causa de um fruto comido, mas porque os filhos amados não estavam mais perto dEle. O que Lhe causa tristeza ao coração não são os atos errados do homem, são em primeiro lugar o relacionamento quebrado, o construir cisternas rotas separados do manancial de águas vivas.

Por que não fazer de hoje um dia de comunhão com o Manancial de águas vivas? Diante de você está um dia cheio de desafios e expectativas, mas cuidado, não tente construir cisternas rotas, deposite sua confiança em Jesus e ao entardecer, retorne para casa vitorioso. (Escrito pelo Pr. Alejandro Bullon)

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Tão simples e essencial como a respiração


Como seria possível “orar sem cessar”, ou seja, continuamente?

Será que isso significa que não se pode ler um livro ou um jornal, porque é necessário estar em oração? 

Não é permitido fazer qualquer outra coisa a não ser orar? Encarar o versículo dessa maneira seria transformá-lo em uma ordem impossível de ser obedecida. Creio firmemente, porém, que há um significado nele. Para mim, a ordem significa que deve estar-se o tempo todo tão consciente da existência de Deus e perceber com tanta intensidade a Sua presença que a distância entre um desejo súbito de falar com o Senhor e o ato de conversar com Ele é mínima. Sinto que implica em estar tão próximo à realidade de Sua presença ao nosso lado que conversamos naturalmente com Ele (na mente, é claro) assentados na cadeira do dentista, na sala de espera de um consultório médico ou do escritório de um advogado, dirigindo um trator, esperando um avião ou um ônibus ou conversando com alguém que acabou de receber uma má notícia. Quer a oração seja curta ou longa, muito longa, a atmosfera de normalidade cercando a conversa com Deus é o que entendo que o versículo queria dizer ao mandar que oremos continuamente. (Escrito por Edith Schaeffer)


Podemos orar? “Senhor, Edith Schaeffer disse que a oração deveria ser tão natural quanto a respiração e tão necessária quanto o ar. Em minha opinião, ela captou a essência do significado de orar sem cessar. Quero tanto viver assim, Senhor! Desejo que a minha vida seja sustentada pelo ritmo firme da oração, pelo inspirar e expirar de uma alma que não apenas está viva em Ti, mas é consciente de sua dependência de Ti a cada momento. 

Cada vez que eu perceber uma necessidade… que eu expire uma petição.
Cada vez que eu perceber a necessidade do outro… intercessão.
Cada vez que eu perceber o pecado… confissão.
Cada vez que eu perceber o pecado contra mim… perdão.
Cada vez que eu perceber a Ti… louvor.
Cada vez que eu perceber Teus dons… gratidão.
Em nome de Jesus, amém!


terça-feira, 16 de julho de 2013

Deus e a motivação.

 

Tenho encontrado algumas pessoas que desanimam ao longo da jornada cristã. Fico pensando… Quais seriam os motivos? Pressão? Depressão? Quem sabe? Ainda bem que temos a Bíblia.
No texto Sagrado existe um livro muito bonito, que às vezes passamos por alto. Estou falando do livro de Zacarias. Você já leu Zacarias? Ainda não? Então está na hora. No livro há o registro de oito visões. Elas são lindas. Elas são motivadoras. Deixe-me explicar o pano de fundo, para entendermos as visões.

Vamos lá… No ano de 538 AC, alguns Judeus voltaram para Jerusalém, deveriam restaurar a cidade…o templo e os muros. Começaram com alegria. O Templo era o orgulho da nação. Uma referência para a vida cristã. Os judeus eram estritamente religiosos, e o trabalho ia de vento em poupa. Mas, o Inesperado aconteceu alguns inimigos começaram a dizer e fazer coisas para impedir o trabalho. Eles desanimaram…pararam a restauração.

Nesse contexto é que surge Zacarias, 18 anos após o início da restauração (520 AC), Deus envia através do profeta mensagens de motivação e esperança. A segunda visão é muito linda “Levantei os olhos e vi, e eis quatro chifres. Perguntei ao anjo que falava comigo: que é isto? Ele me respondeu: São os chifres que dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém. O Senhor me mostrou quatro ferreiros. Então, perguntei: que vêm fazer estes? Ele respondeu: Aqueles são os cifres que dispersaram a Judá, de maneira que ninguém pode levantar a cabeça; estes ferreiros, pois, vieram para os amedrontar, para derribar os chifres das nações que levantaram o seu poder contra a terra de Judá, para a espalhar.”Zacarias 1: 18-21. Buscando auxilio das Escrituras podemos descobrir quais eram as quatro nações-chifre. Em 2 Reis 24:2 elas são identificadas: os Caudeus, Siros, Moabitas e Amonitas. Estas humilharam o povo de Deus, fazendo com que andassem de cabeça baixa. Só a lembrança das suas ações, causavam pavor.

Você já sentiu medo de alguma lembrança do passado? Sim. Quando olho para os acontecimentos da atualidade e observo a reação do ser humano, constato que hoje ainda os “chifres” atuam para a separação entre nós e Deus. Os “chifres”ainda nos humilham. Como? Simples. Os chifres são identificados por algumas características. Quando pensamos na Caudéia (Babilônia)…sempre lembramos de confusão religiosa. Aquela do tipo, onde as pessoas misturam o santo com o profano. Moabe e Amon; lembra da história deles?…ambos eram filhos de Ló com suas filhas. Que bagunça. Que pecado! Que loucura. Total imoralidade.

Tenho percebido que Satanás tem utilizado muito a “confusão”religiosa e a imoralidade, na tentativa de nos afastar de Deus. Quando não temos a certeza do caminho do Senhor; quando a Palavra de Cristo parece não fazer sentido; quando esquecemos das práticas da piedade e não conseguimos ver a diferença entre o certo e o errado, aí estamos em perigo. É Babilônia agindo em nós.

Por outro lado, Moabe e Amon também agem. Você já percebeu que a imoralidade invadiu todos os setores, todos os relacionamentos e práticas? Realmente vivemos num mundo imoral. Só que tal situação é vista como normal; alguns chegam ao cúmulo de atribuir a Deus algumas situações imorais. A imoralidade nos afasta de Deus. Quer fazer um teste?
Depois de assistir todas as novelas e de ver cenas fortes, será que você conseguirá se relacionar com Deus? Acho que não. Entretanto, Deus da mesma forma que prometeu derribar os chifres no passado, age no presente para desfazer a obras destes chifres.

Não precisamos andar humilhados, o Senhor nos dará a vitória. Ao povo de Israel Deus enviou uma mensagem de motivação. A nós envia a mesma mensagem. Porque Ele não muda. Ele continua sendo o Deus que motiva seus filhos a viverem com Ele. O Deus que destrói os chifres da confusão religiosa e da imoralidade. Creia nisso.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Volte para os braços do Pai.



“E disse o SENHOR a Jacó: Torna à terra de teus pais e à tua parentela; e eu serei contigo.” Gênesis 31:3

A vida de Jacó nos mostra as diferentes etapas pelas quais o cristão pode passar desde sua conversão e desenvolvimento espiritual. O servo de Deus não está isento de também passar por altos e baixos em seu caminhar com o Senhor.
Na Bíblia, encontramos três chamados da parte de Deus a Jacó para voltar a Betel. Aqui podemos ver que há um motivo importante, a vida espiritual de Jacó necessita de renovação. Há várias circunstâncias que estão afetando seu estado emocional, as circunstâncias familiares, laborais estão difíceis, Gn 31:1-13. Nessas condições Deus lhe ordena:
“[…] Levanta-te, sobe a Betel e habita ali; faze ali um altar ao Deus que te apareceu quando fugias da presença de Esaú, teu irmão.” Gn 35:1-5

Por que Betel? Porque foi ali onde ele teve a primeira revelação especial de Deus, o encontro que mudou sua vida e fez dele nova criatura, o encontro no qual aceitou a Cristo como Seu Salvador pessoal. Gn 28:10-22

Transcorreram muitos anos desde aquele dia; sua vida passou por muitos problemas e bênçãos, mas a situação estava muito tensa e Deus o vê e compreende, entende a necessidade de Seu filho, não o deixa só e deseja conduzi-lo aonde quer que sempre esteja, a Seu lado, junto dEle. Volte a Betel, Ele diz.

Voltar a Betel significa lembrar aquela teofania maravilhosa, lembrar que Deus é real, pessoal; recordar Suas promessas: irei abençoá-lo, estarei com você, não o deixarei, toda esta terra será sua, etc. Voltar a Betel significava voltar a ter um reencontro com esse maravilhoso Deus que o havia conduzido até aquele momento. Lutar com Ele no coração e ter a oportunidade de dizer: “Não te deixarei ir enquanto não me abençoares”.

Não sei se você está passando por circunstâncias parecidas e talvez até piores. Desejo lembrar-lhes que esse mesmo Deus que um dia Se manifestou na sua e na minha vida, hoje, o convida a voltar a Betel, voltar a Ele. Necessitamos de renovação, de recarregar a energia espiritual, passar pelo reavivamento, tendo a promessa segura de que Deus o abençoará (Gênesis 35:9).

Jacó convocou a família, edificou um altar, pediu que lançassem fora de sua vida os deuses estranhos. Eles adoraram a Deus ao redor do altar. Como sacerdotes de nossa família, façamos o mesmo e desfrutemos das promessas da bênção de Deus.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Vida sem graça.



Graça pode significar, entre outras coisas, receber algo sem que haja mérito. De forma gratuita. O ministério de Cristo era cheio de graça, pois concedia as mais altas bênçãos a todo tipo de pessoa, boa ou má. Era uma vida de alegria, gozo e paz. Jesus exerceu, de forma maravilhosa, o pleno significado da palavra graça!

“Nosso Senhor Jesus Cristo veio a este mundo como o infatigável servo das necessidades do homem… Era Sua missão restaurar inteiramente os homens; veio trazer-lhes saúde, paz e perfeição de caráter”, enfatiza com muita propriedade a escritora Ellen G. White.
Ele perdoava quem não merecia ser perdoado. Amava quem não O amava. Curava quem não tinha fé suficiente. Comia e se unia a pessoas de conduta duvidosa, sentava-se com malandros e ladrões. Aceitava traidores em seu grupo de amigos. Dormia na casa de pecadores. Não ofendia quem O maltratava.
Era resoluto e sabia o que queria!

Jesus era cheio de graça. “E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lucas 2:52). Exercia influência assustadora. Convencia apenas pelo jeito de ser e de falar. Não argumentava muito. Quase sempre, apenas agia. Quando era questionado sobre a origem de Sua autoridade, não Se perturbava. Dizia: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30). Suficiente!

Sua vida de oração e abnegação, amor e paixão pela humanidade destituída de graça, O fazia diferente. Era amado por quem não encontrava amor em mais nada e ninguém. Cansado e empoeirado, após longas jornadas no sol escaldante do Oriente Médio, sempre tinha tempo para as crianças, para as mulheres e para os que já não sabiam o que era alegria.
Escutava e perdoava os que levavam pesados fardos de culpa e medo, de fracasso e desânimo. Ele lhes concedia graça, imerecida, é verdade, mas eu e você também não somos merecedores desse amor!

Mas não precisamos chorar. Jesus morreu por mim e por você, para que tenhamos vida eterna! E nos deixou o Seu exemplo. Mais que isto, deixou-nos o Seu Santo Espírito para nos consolar e dar-nos “vida em abundância”.
Que Deus o abençoe e lhe conceda Sua maravilhosa graça!

Fonte: Márcio Basso Gomes / jornalista