Mostrando postagens com marcador O Advento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador O Advento. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Sala de espera para a volta de Jesus.
Como povo de Deus, aguardamos a vinda do Senhor nas nuvens do céu, com poder e grande glória. A vitória está garantida aos que não desistirem: “Aquele, porém, que perseverar até o fi m será salvo” (Mc 13:13).
Ao pesquisar a origem bíblica da palavra “perseverança”, descobre- se que, em grego, ela vem do termo hupomonê (hupo, sob; monê, permanecer). O Comentário Bíblico Adventista diz que hupomonê é mais do que uma resignação passiva; denota “perseverança ativa”. A palavra compreende o exercício do autocontrole em casos difíceis, quando a fé é pressionada e colocada à prova por alguma forma de perseguição.
Os comentaristas ainda afi rmam que existe relação entre perseverança, paciência e confi ança. Quem pretende ser vitorioso na jornada espiritual não pode deixar de usar esses ingredientes.
A “paciência é uma virtude positiva. Ela evoca perseverança, persistência e ação, a despeito do cansaço, do desencorajamento e dos obstáculos que possam difi cultar o caminho”.
Por outro lado, “perseverança é uma característica mais específi ca da confi ança. É persistência, até mesmo quando as circunstâncias são contrárias”.4
Assim, quem persevera diante das provações desenvolve confiança no poder divino (Rm 5:1-5). Ao lado do Salvador, o trajeto para o Céu torna-se estável e com sabor de vitória (2Pe 1:5-11;
2Tm 2:12). Basta “perseverar na graça de Deus” (At 13:43) e seguir em frente.
Agora, veja o que a Bíblia e os escritos de Ellen G. White dizem sobre a importância da perseverança em diversas situações:
1. Diante das dificuldades do dia a dia.
problemas se limitam a questões fi nanceiras, outros envolvem relacionamentos. Esses últimos incomodam mais quando abrangem pessoas do convívio diário. Indo direto ao ponto: como lidar com indivíduos atrevidos, petulantes?
“Perseverança” seria a resposta? Sim, mas perseverar de forma ativa; com atitudes sustentadas em princípios éticos e cristãos (o que nem sempre é fácil). A Bíblia mostra a fórmula: “O nobre projeta coisas nobres e na sua nobreza perseverará” (Is 32:8). “No temor do Senhor perseverarás todo o dia. Porque deveras haverá bom futuro; não será frustrada a tua esperança” (Pv 23:17, 18).
“Orem em seu aposento particular; enquanto vocês seguem seus afazeres diários, elevem muitas vezes o coração a Deus. [...] Essas orações silenciosas sobem ao trono da graça como precioso incenso. Satanás não pode vencer aquele cujo coração assim se firma em Deus.”
2. Diante da perseguição.
“Todos odiarão vocês por Minha causa, mas aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt 10:22, NVI). “Aqui está a perseverança dos santos, os que
guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). Essas descrições se referem em particular ao tempo do fim,quando Satanás investirá intensamente contra os filhos de Deus. “Nem todos, porém, serão enganados pelas sutilezas do inimigo. Ao se aproximar o fim de todas as coisas terrestres, haverá pessoas fiéis capazes de discernir os sinais dos tempos. Enquanto grande número de professos cristãos negará a fé por suas obras, haverá um remanescente que perse verará até o fim.”
3. Diante do crescimento espiritual.
O Peregrino, de João Bunyan, ilustra em diversos trechos as dificuldades que surgem no percurso para o Céu. Uma das passagens do livro apresenta um indivíduo que resolveu acompanhar Cristão (nome do personagem principal) em sua caminhada para a cidade celestial. Tudo ia bem até que, na primeira dificuldade, Vacilante (nome desse outro personagem) desistiu e voltou para seu lugar de origem.
A Bíblia reprova o medo do fracasso e nos anima a prosseguir, apesar dos contra -tempos: “Bem-aventurado o que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida” (Tg 1:12).
“A obra de transformação da impiedade para a santidade é contínua. Dia a dia Deus atua para a santificação do ser humano, e este deve cooperar com Ele, desenvolvendo perseverantes esforços para o cultivo de hábitos corretos. [...] Há os que buscam transpor a escada do progresso cristão; mas, enquanto avançam, começam a pôr a confiança na capacidade humana [...] O resultado é fracasso e perda de tudo o que foi alcançado
4. Diante da tentação
A Bíblia diz que Jesus não nos desampara na hora da tentação. “Quando [Jesus] encontrava pessoas empenhadas numa luta intensa com o adversário da humanidade, Ele as animava a perseverar, assegurando-lhes que haveriam de triunfar, pois anjos de Deus se achavam a seu lado e lhes dariam a vitória.”
Qual é a melhor atitude diante da tentação? “Desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb 12:1, 2).
5. Diante do serviço missionário.
“Desanimamos muito facilmente com os que não correspondem aos nossos esforços. Nunca devemos deixar de trabalhar por uma pessoa enquanto houver um raio de esperança.”
Precisamos servir com prazer, “sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da Sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria” (Cl 1:11). Precisamos orar também em favor dos outros (oração intercessora), “Com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6:18).
6. Diante da enfermidade.
Sem desconsiderar a importância de recorrermos periodicamente à medicina convencional para obter a cura ou a prevenção para eventuais doenças, não devemos ignorar os recursos naturais providos por Deus e dos quais dispomos.
“Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino – eis os verdadeiros remédios. Toda pessoa deve conhecer os meios terapêuticos naturais e a maneira de aplicá-los. [...] O processo da natureza para curar e construir é gradual. Isso parece vagaroso ao impaciente. Demanda sacrifício e abandono das nocivas condescendências. Mas no fim se verificará que a natureza, não sendo dificultada, faz seu trabalho sabiamente e bem.
Aqueles que perseveram na obediência às suas leis ganharão em saúde do corpo e da mente.”
Em 2013, “vocês precisam perseverar, de modo que, quando tiverem feito a vontade de Deus, recebam o que Ele prometeu” (Hb 10:36).
A Volta de Jesus.
Embora a Bíblia seja bem clara ao afirmar que “o dia e a hora” da volta de Cristo ninguém sabe (ver Marcos 13:32), ela nos dá informações e profecias que nos ajudam a entender em que momento da história estamos. Falta muito para a volta de Cristo? Que sinais são esses deixados por Jesus? Descubra agora mesmo.
1. Que pergunta interessante fizeram os discípulos a Jesus, sobre o fim do mundo? Mateus 24:3
2. Que sinais deixou Jesus? Leia as passagens e marque um X ao lado dos sinais que estão acontecendo hoje.
( ) Guerras e preparativos de guerra. Mateus 24:6 e 7
( ) Fomes, pestes e doenças. Mateus 24:7
( ) Terremotos em vários lugares. Mateus 24:7
( ) Aumento do crime e da maldade. Mateus 24:10 e 12
( ) Acúmulo de riquezas nas mãos de poucos e maioria pobre. Tiago 5:1-3
( ) Conflitos trabalhistas. Tiago 5:4-6
( ) Falsa segurança e paz incerta. I Tessalonicenses 5:3
( ) Aumento do conhecimento das profecias e da ciência. Daniel 12:4
( ) Temor e angústia com relação ao futuro. Lucas 21:25-27
( ) Busca insaciável de prazeres. II Timóteo 3:1-4
( ) Declínio moral e religioso. Romanos 1:24-27
( ) Abandono das verdades bíblicas em busca de uma religião “fácil”. II Tessalonicenses 2:3
( ) Milagres mentirosos. Apocalipse 16:14
( ) Aumento das falsas religiões. II Pedro 2:1
( ) Ceticismo religioso e volta da crença em fábulas (duendes, cristais, etc.). Lucas 18:8 e II Timóteo 4:4
( ) Falsos cristos e falsos profetas. Mateus 24:24
( ) Tempos difíceis, vida complicada, estresse. II Timóteo 3:1 e Tiago 5:1-3
A intensidade com que estes sinais têm ocorrido em nossos dias aponta para o breve retorno de Cristo.
3. Qual o último sinal a ser cumprido? Mateus 24:14
O avanço evangelístico em países antes inacessíveis é uma boa notícia para os cristãos.
4. Há pessoas que duvidam da volta de Cristo e até zombam daqueles que crêem nisto. Como elas cumprem, também, a profecia? II Pedro 3:3 e 4
5. Ao ver todos esses sinais sendo cumpridos, o que devemos fazer? Marcos 13:28 e 29; Lucas 21:28
6. O que devemos fazer para estar preparados para a volta de Cristo? Lucas 21:36
Devemos vigiar o cumprimento dos sinais e, principalmente, vigiar nosso coração e nossa relação com Cristo hoje.
Minha Decisão:
Em II Pedro 3:9 lemos: “O Senhor não retarda a Sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham arrepender-se.”
Talvez Jesus esteja esperando por você. Não adie seu preparo. Entregue sua vida a Jesus hoje para encontrá-Lo pessoalmente logo mais.
Fonte: Jovem Adventista Wordpress
Fonte: Jovem Adventista Wordpress
Por que está demorando tanto pra Jesus voltar?
Com certeza eu e você já nos fizemos essa pergunta muitas vezes. Quando ligamos a TV, lemos jornais na internet ou recebemos emails com notícias de crimes hediondos, catástrofes naturais, terrorismo e outras coisas mais, essa pergunta chega até a tomar um quê de revolta contra Deus por permitir que isso continue acontecendo. Pior ainda é quando essas desgraças nos atingem diretamente através da morte de um ser querido ou alguma outra tragédia pessoal.
Por que demoras Senhor?
Será que não vês o que temos que aguentar aqui neste mundo?
Pra que ficarmos mais tanto tempo aqui nesta terra? Será que a tua promessa falhou?
São perguntas importantes, e sem dúvida se você as faz, é porque de certa forma Deus o está levando a querer estar com Ele logo!
Mas o que a Bíblia diz coisa sobre essa “demora” de Jesus?
Essa ansiedade e até dúvida devido à “demora” de Jesus não é nova. O apóstolo Pedro alertou os cristãos do primeiro século (mais de 1900 anos atrás!) dizendo que “nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.” (2 Ped. 3:4).
Parece que Pedro está falando aos nossos dias não é? Mas na verdade, Pedro cria que ele mesmo vivia nos “últimos dias” e estava já convivendo com a dúvida da promessa de Jesus já no primeiro século!
Mas espere um pouco, Jesus não falou mesmo: “Eis que cedo venho” em Apo. 22:12? Por que então já se passaram quase 2.000 anos desde que ele falou isso?
É verdade. Mas considere o seguinte: Deus em Seu amor não revelou exatamente quando seria o fim do mundo.
E isso tem uma boa razão de ser. Imagine como teria sido triste a vida dos crentes dos séculos passados se eles soubessem que Jesus não viria nos seus dias. Imagine se eles tivessem descoberto pelas profecias que Jesus demoraria ainda séculos para voltar! Teriam desanimado facilmente ou abandonado a fé. A promessa de Jesus que viria “cedo” ou “logo” fazia seus corações vibrarem. Sua vida cristã tirava forças da promessa do retorno de Jesus para seus dias, assim como o nosso hoje.
E considere também duas coisas:
1. A brevidade da vida humana. Adão viveu até os 950 anos, hoje o máximo que alguns chegam é 100 ou 120. Esperar pelo fim do mundo hoje é muito mais “rápido” do que para os primeiros seres humanos.
2. Ninguém vê o tempo passar durante a morte. Ela é um período de inconsciência. Segundo a Bíblia, aqueles que morreram esperando pela vinda do Senhor não terão noção da passagem de tempo, se demorou séculos ou até milênios, pois entre o momento em que fecharam os olhos na morte e a sua ressurreição para a vida eterna quando Jesus voltar, terá passado somente um milésimo de segundo! (Veja Filipenses 1:21-24; I Coríntios 15:51-52).
Sem dúvida Jesus não estava dando falsas esperanças quando disse “cedo venho”!
Mas vamos voltar ao que Pedro escreveu há muito tempo atrás, sobre a demora da vinda de Cristo: “Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.” (2 Ped. 3:8).
Aí você pode dizer, “mas isso é pra Deus não pra nós!”
Mas eu tenho a impressão de que Pedro está querendo dizer aqui que a salvação de certa forma já está consumada pelo que Jesus realizou na cruz e por isso, não importa quanto tempo demore para Deus interferir na história, se um dia ou mil anos, a nossa salvação está garantida em Jesus!
Mas isso ainda não responde o porquê da “demora”!
Novamente Pedro nos ajuda a entender porque aparentemente demora para Jesus voltar:
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se.” (2 Ped. 3:9).
Você viu, Deus tem um propósito de amor ao “demorar”, Ele quer que todos tenham uma chance de arrepender-se e ganhar o céu através de Jesus. Deus não está lá no céu de braços cruzados, alienado do que acontece aqui neste mundo em vez de fazer algo e acabar com tudo isso. Ele está trabalhando ativamente para que o máximo de pessoas venham a conhecer suas promessas e Seu amor. Você também já pensou que a cada dia nascem novos bebês e que Deus ama bebês? Ele quer que esses bebês cresçam e tenham a chance de escolher servi-Lo. Nada O alegra mais do que uma “pecador que se arrepende” (Luc. 15:7). Isso não significa que Deus vai esperar para sempre. Paulo diz que Deus tem um dia marcado para julgar o mundo (Atos 17:31).
Mas será que não há como saber se vai demorar muito ainda a Sua vinda?
Embora Deus não tenha revelado o dia e a hora exata do retorno de Jesus, Ele deu alguns sinais de que o tempo do fim estaria próximo: haveria sinais nos céus e catástrofes na terra, guerras, fomes, falta de amor entre as pessoas (Mateus 24). Com esses sinais, sabemos que já estamos no tempo do fim pois vemos isso na TV e internet todos os dias. Só não sabemos quanto tempo ainda vai demorar.
Aqui novamente, Pedro nos ajuda a entender quanto vai demorar esse dia:
“Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas.” (2 Ped. 3:10)
Pedro diz aqui que a vinda de Jesus será uma surpresa para todos, como quando um ladrão age! E outra coisa, não importa quanto tempo demore, quando Ele vier, não terá demorado um segundo demais, pois ninguém estava esperando que fosse tão rápido! Uma escritora cristã diz que naquele dia muitos dirão “Sabíamos que os juízos de Deus sobreviriam à Terra, mas não sabíamos que viriam tão cedo!”*
O apóstolo Paulo adiciona dizendo: “Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia, como ladrão, vos surpreenda; porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas; não durmamos, pois, como os demais, antes vigiemos e sejamos sóbrios.” (1 Tess. 5:4-6).
Finalmente, já que Pedro parece ter respondido as nossas perguntas, vamos deixá-lo finalizar nosso estudo:
“Nós, porém, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e uma nova terra, nos quais habita a justiça.” (2 Ped. 3:13)
Aí está o segredo da espera, “a sua promessa”! Pedro cria que o fim viria porque Jesus prometeu, e pronto! Isso sim é que é fé, pura e simples nas palavras de Jesu “credes em Deus, crede também em mim.” (João 14:1).
Ele prometeu, então Ele vai voltar!
Ele prometeu, não importa quanto demore!
Ele prometeu, não preciso e nem posso duvidar!
A Bíblia nos ensinou hoje que existem dois tipos de “impaciência” com a “demora” da Sua vinda: a dos que querem estar eternamente com Deus o mais rápido possível pois O amam e a impaciência daqueles que usam essa “demora” para duvidar de Deus e para continuar em seus caminhos de pecado, fazendo sua própria vontade e se afastando cada vez mais dEle.
Em que grupo você está? Medite nas palavras desta conhecida canção:
Porque não voltou o meu Senhor Pergunto a mim mesmo sem cessar. Porque não foi hoje eu não sei E quando será também não sei Mas quem sou eu pra questionar As coisas que velou? E quem sou eu pra perguntar Por que ainda não voltou? Mas de uma coisa certo estou Que meu Jesus jamais falhou E é muito sábio para errar Se ainda não voltou, é tempo de pensar E ainda mais Jesus, amar Quem sabe está a esperar que eu tenha mais fervor, A fim de encontrá-lo, em paz.
Fonte : www.AdventismoRelevante.com
A volta de Cristo
O papado e a volta de Jesus
O período dos 1260 anos se refere à grande perseguição profetizada por nosso Senhor(Mateus 24: 15-22). Quando
Cristo se ergueu da sepultura, tornou-se então o legítimo representante
desse mundo. Sua morte reconciliou o mundo com Deus, e o acusador, o
diabo, não tem mais direito algum sobre ele. Não admira que uma
exclamação de triunfo fosse ouvida no céu! E mais, os habitantes do céu
falam do diabo como “acusador de nossos irmãos”. Os anciãos sabiam
alguma coisa de seu poder, pois também eles tinham-no enfrentado em
combate mortal. O acusador e enganador fora finalmente lançado fora de
seu lugar de usurpação, e Cristo, o segundo Adão, tornou-se nosso
representante.
Agora é revelada a causa oculta das
grandes lutas da igreja. O diabo, sabendo que perdera a batalha contra
Deus, e reconhecendo que lhe resta pouco tempo, está agora concentrando
todo o seu poderio contra os seguidores de Cristo. Ao profeta foi
mostrado este inimigo de Deus e do homem perseguindo a mulher – a
igreja. Até a morte de Cristo, Satanás estava ansioso por reunir outros
mundos em torno de si para rebelião contra Deus. Mas agora ele está
derrotado. Assim ele transfere toda a sua energia para o combate à
igreja. Para escapar aos ataques do inimigo, a igreja foge para o
deserto, para um lugar que Deus lhe preparou, e aí é sustentada por 1260
dias proféticos, ou anos. Este período é mencionado sete vezes em
Daniel e no Apocalipse: (1) Daniel 7:25; (2) Daniel 12:7;
(3) Apocalipse 11:3; (4) Apocalipse 11:3; (5) Apocalipse 12:6; (6)
Apocalipse 12:14; (7) Apocalipse 13:5.
Começou como já vimos, com o decreto de
Justiniano em 538 A.D., e terminou com o fim do domínio papal em 1798.
Lugares ermos como os vales do Piemonte e as sólidas montanhas dos Alpes
e mesmo a América recém descoberta, tornaram-se um céu de refúgio para o
perseguido povo de Deus. Em Apocalipse 12:15 lemos: “A serpente lançou de sua boca , atrás da mulher, água como de um rio.” Água em profecia representa povo: (Apocalipse 17:15). Durante
a supremacia papal, diferentes povos foram usados no esforço de
destruir o fiel e verdadeiro povo de Deus. As páginas da História estão
manchadas com sangue de amargas perseguições e impiedosos massacres.
Tudo isto não foi em vão; ao contrário, “o sangue dos mártires foi
semente da igreja”.
O céu rejubila na vitória dos santos sobre o poder do dragão. “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho”. (Apocalipse 12: 11). O
profeta observa que outra tentativa, e mais sutil, é feita para
destruir a igreja. O inimigo lança de sua boca um dilúvio para arrastar a
mulher. Com efeito, um dilúvio de falsos ensinadores saturados de
evolucionismo e filosofias humanas tem-se levantado para opor-se à
verdade de Deus. Isto tem sido especialmente desde o fim dos 1260 anos. A
água vinha da boca da serpente. O que não logrou por meio de exércitos
de falsos educadores. A propaganda mentirosa e “falsamente chamada
ciência”(1 Timóteo 6:20) alcançará o seu clímax na batalha final contra a verdade.
Para fazer frente a esse novo ataque, “a
terra abriu a sua boca”. Através dos séculos a terra tem ajudado a
mulher, providenciando refúgio para o perseguido povo de Deus. Mas esse
novo ataque vindo da boca da serpente tem sido derrotado de outro modo.
Um século atrás veio à existência a nova ciência da arqueologia, e das
cidades sepultadas no passado, as evidências se acumularam provando a Bíblia e
confirmando a exatidão dos seus registros. Maravilhosas descobertas nos
campos da Arqueologia, da História e da Geologia robusteceram e
vindicaram a palavra de Deus. A pedra de Rosetta, descoberta em 1799,
tornou-se a chave do passado, permitindo aos estudiosos aprenderem as
línguas do Egito, desse modo abrindo ao conhecimento toda a história do
passado. Milhares de descobertas tem sido feitas em confirmação com a
História bíblica. A terra tem aberto, sem dúvidas, a sua boca, e as
próprias pedras estão clamando aos ouvidos dos cépticos: “A tua palavra é a verdade”.
A maior e final tentativa de Satanás será
feita contra a própria última igreja chamada neste capítulo “o resto da
sua semente”. Estes entes leais, obedientes aos mandamentos de Deus e
possuindo “o testemunho de Jesus, permanecem como fiéis testemunhas.
“Desde o início do grande conflito no céu, tem sido a intento de satanás
subverter a lei de Deus. Foi para realizar isto que entrou em rebelião
contra o criador e sendo expulso do céu, continuou a mesma luta na
terra. O último grande conflito entre a verdade e o erro não é senão a
luta final da prolongada controvérsia relativa à lei de Deus”.
Em toda grande crise da história Deus tem tido fiéis servos cuja obediência a ele era mais preciosa do que a vida. O
profeta Isaías, escrevendo num tempo em que a verdade estava sendo
comprometida, falou dos que eram leais a Deus como sendo o seu
“remanescente’ (Sofonias 3:12,13; Miquéias 4:7.) Na
última grande crise do século, Deus terá um “remanescente” leal que por
sua graça permanecerá firme pela verdade e pela justiça. João descreve
este remanescente como aqueles que “guardam os mandamentos de Deus e tem
a fé em Jesus”, testemunho este que o anjo declarou ser “o espírito de
profecia”. (Apocalipse 12:17; 19:10). Por meio de sua
palavra e os conselhos de seu Espírito, Deus está, mesmo agora,
preparando esse “remanescente” para estar de pé “no dia mau”, quando os
principados e potestades e “os príncipes das trevas deste século” farão
seu último ataque à igreja. (Efésios 6:12,13 – 2 Tesssalonicenses 2:9-13).
É por meio do “remanescente” que Deus
está dando sua última mensagem de misericórdia ao mundo e revelado ao
mesmo tempo as maquinações do “homem do pecado”, cujo sistema de
falsificação da salvação tem obscurecido o glorioso evangelho de Cristo e
sua graça salvadora. A igreja que “está aguardando a vinda do senhor” “nenhum dom lhe falta”, diz o apóstolo Paulo. (1 Corintios 1:7).Deus
tem seus servos em todas as partes da terra. Estes está Ele reunindo
por meio do poder do evangelho eterno que é proclamado para “toda a nação , e tribo, e língua e povo “. (Apocalipse 14:6). Isto é claramente expresso na seguinte citação de Ellen White:
“Entre os habitantes do mundo ,
espalhados por toda terra , há os que não tem dobrado os joelhos a Baal
. Como as estrelas do céu , que aparecem à noite, esses fiéis
brilharão quando as trevas cobrirem a terra , e densa escuridão os
povos . Na África pagã , nas terras católicas da Europa e da América do
sul, na China, na Índia, nas ilhas do mar e em todos os recantos da
terra , Deus tem em reserva um firmamento de escolhidos que brilharão
em meio às trevas , revelando claramente a um mundo apóstata o poder
transformador da obediência a sua lei” (Profetas e Reis , pp. 188, 189).
Quando o paganismo invadiu a igreja,
trouxe consigo apenas as suas vestimentas e os mistérios, mas também o
seu espírito de intolerância. Quando o homem cessa de agir por amo ,
recorre à força. A igreja perdeu sua missão no mundo. Quando a primeira
igreja começou a perder o seu “primeiro amor”, perdeu também a sua
visão. Quando entrou na política, caiu de seu elevado estado espiritual.
Em vez de continuar como um poderoso movimento missionário preocupado
apenas em levar as boas novas de salvação a todos os homens em todos os
lugares, ela começou a transformar-se numa grande instituição
financeira, com declarado objetivo de reger as nações. Em vez, pois, de
almejar a volta de Cristo, acompanhado por seus anjos, com poder e
grande glória, como a consumação de suas esperanças, esta igreja
apóstata começou a ensinar que sua missão ao mundo era estabelecer-se
com liderança política no mundo mediante um assim chamado governo
espiritual, introduzir o reino de Deus na terra.
Este conceito da igreja e seu trabalho
foi uma completa inversão da mensagem apostólica. O livro de Santo
Agostinho “A Cidade de Deus”, interpreta Apocalipse 20 de modo que
signifique o domínio da igreja sobre as nações. Nos dias dos apóstolos, a
igreja fez tremendas conquistas espirituais, verdadeiramente ela “saiu
vencendo e para vencer”. Sobreveio, porém, uma mudança. Paulo falou
desses acontecimentos como de uma “apostasia”, a qual , ele disse, daria
surgimento ao homem do pecado, que exaltaria a si mesmo no templo de
Deus, declarando-se Deus, e que sob o disfarce do cristianismo,
corromperia a verdade e se oporia a quem quer que dele dissentisse,
segundo.(Tessalonicenses 2:3,4).
O declínio do poder espiritual dentro da igreja estabelecida
não foi de súbito. A história da igreja mostra os passos trágicos que
finalmente puseram a autoridade civil e religiosa numa só mão. Papas
sedentos de poder arrogaram-se o título de “substituto de Deus na
terra”, assim usurpando as prerrogativas da divindade. Arrogando-se
sucessores de Pedro, pretendiam autoridade, não sobre a igreja apenas,
mas sobre todo o mundo. Inocêncio III, por exemplo, (papa de 1198 –
1216), escreveu que “assim como o sol e a lua estão postos no
firmamento, o maior como luz do dia, e o menor para iluminar a noite, há
dois poderes na terra: o maior, o pontifical e o menor, o real”.
Propondo reis e depondo reis, os pontífices tinham aí o seu passatempo.
Pisoteando os direitos da consciência, esses governantes medievais
dominavam príncipes, estados e parlamentos, compelindo a submissão por
meio do mais terrível engenho da tirania, a Inquisição. Maquinandoe esquematizando para ganhar mais poder, esta igreja dominante continuou a destruir “os santos do Altíssimo”, e a atentar contra a lei de Deus. (Daniel 7:25). Isto devia continuar por 42 meses.
Este período profético, já
foi por João introduzido cinco vezes em três diferentes modos, enquanto
Daniel dele fala duas vezes. O método de expressão usado por João como
por Daniel é “um tempo, e tempos, e metade de um tempo”. (Apocalipse 12:14; Daniel 7:25; 12:7). Um “tempo” é modo hebreu de expressão para um ano. (Daniel 14: 16; 11: 13). A
conclusão é clara e convincente. Um “tempo” seria um ano ou 360 dias,
dois “tempos” seriam iguais a dois anos” ou 720 dias, meio “tempo”
igualaria a meio ano, ou 180 dias . O total é 1260 dias. A expressão “42
meses” chama a atenção. Um mês profético consiste em 30 dias
(proféticos), assim 42 meses multiplicado por 30, daria 1260 dias (
anos). Autoridades bíblicas concordam que em profecia, um dia representa
um ano. Começando com o decreto de Justiniano 538 A.D., o período nos
leva a 1798 . Dois séculos e meio antes desta data significativa, a
Europa estava .sendo assolada por uma revolução de idéias oriundas
especialmente da reforma protestante. Nação após nação sacudia sua
subserviência a autoridade eclesiástica.
A profecia bíblica predisse não apenas o surgimento do papado, mas também sua queda.Este
poder que pretendia falar em nome de Cristo estava na realidade falando
contra ele. Todos os reformadores, sem exceção, falaram dessa igreja
apóstata como o “anticristo”. A palavra “anti” significa “contra,
rivalidade ou suplantação”. O papismo preenche ambas as ideias, como os
fundadores da reforma do século XVI tão habilmente mostraram. Mas o
poder arrogante e blasfemo estava se aproximando do fim do período que
lhe foi permitido dominar, e os acontecimentos políticos estavam
trabalhando para o seu colapso. Napoleão, uma das mais poderosas figuras
da História, começou depressa a mudar a face da Europa. Foi durante as
guerras Napoleônicas que a cabeça papal dessa besta heterogênea foi
“como que ferido de morte”. Verso 3. “Se alguém leva em cativeiro, em
cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja
morto”. Verso 10. Em 1798, o General Berthier, de modo algum um general
forte, aprisionou o papa Pio VI. Este papa ficou exilado até sua morte,
um ano depois. Durante esse tempo não houve papa reinante. Com que
notável precisão cumpriu-se de modo cabal o período profético de 1260
anos!
João, porém, não predisse apenas que essa
cabeça seria ferida e levada ao cativeiro, mas declarou que sua ferida
mortal seria curada. Então, disse ele, “todo o mundo se maravilhou após a besta”(Verso
3) – Predição esta sobremodo notável. Quando a Itália foi unificada sob
a revolução de Garibaldi (1866 – 1870), a igreja foi privada até de
suas terras, ficando o papa como o virtual prisioneiro no Vaticano. 59
anos mais tarde , em 11 de fevereiro de 1929, a famosa concordata
assinada por Mussolini e o cardeal Gaspar, restaurou parte das terras,
sendo que a partir daí o papa voltou a ser contado entre os soberanos da
terra. O relator oficial da igreja descrevendo este histórico
acontecimento, disse: “estamos testemunhando agora o significado deste
documento. Ao fluir a tinta dessa pena, estará sendo curada a ferida de
59 anos”.
Até o observador mais casual é compelido a
reconhecer o rápido crescimento e o prestígio internacional em poder da
igreja católica Romana. Ela exerce nos negócios do mundo hoje uma
influência maior do que em qualquer outro tempo de sua longa e
movimentada história. E essa influência está sendo cada vez mais sentida
nos Estados Unidos. Ao identificar esse poder perseguidor, seria bom
ficar claro, que não podemos ter nenhuma espécie de preconceito ou
hostilidade contra pessoas, suas crenças ou sua denominação. Jesus quer
salvar a todos, e o nosso dever como cristãos, é aceitá-los com o amor
de Cristo, procurando orientá-los com toda humildade e afeição.
Palavra oficial
Como adventistas, amamos a volta de
Cristo. Essa é nossa grande esperança. Precisamos ter, porém, muito
cuidado no sentido de não criar um clima de alarmismo sobre o assunto.
Quando isso acontece, a esperança se transforma em dúvida e confusão. “Nossa
posição tem sido a de esperar e vigiar, sem proclamações de algum tempo
para interpor-se entre o fim dos períodos proféticos em 1844 e o tempo
da vinda de nosso Senhor” (Eventos Finais, p. 32).
A marcação de datas não é plano de Deus.
Cada vez que elas são estabelecidas e não se cumprem, a fé e a esperança
ficam abaladas. Ellen White já previa que “sempre haverá movimentos
falsos e fanáticos feitos na igreja por pessoas que pretendem ser
dirigidas por Deus – pessoas que correrão antes de ser enviadas, e darão
dia e data para o cumprimento da profecia não cumprida. O inimigo se
agrada de que assim procedam, pois seus sucessivos fracassos e direção
em sentido falso, causam confusão e incredulidade’ (Ibidem, p. 32). Por favor, não dê ouvidos a essas pessoas e suas mensagens. Tenha sempre muito claro que:
1. Deus não apoia esses movimentos. Pessoas
que andam espalhando datas, normalmente querem criar um “clima” de
sensacionalismo e medo. Elas mesmas precisam de um empurrão para estarem
preparadas. Podem estar bem-intencionadas, mas estão erradas. Acreditam
que precisam reavivar a igreja, mas como sua mensagem não tem poder,
resolvem explorar datas. Ellen White é clara quando diz que “Não devemos saber o tempo exato para o derramamento do Espírito Santo ou para a vinda de Cristo” (Ibidem, p. 30).
2. A Bíblia não define datas para os eventos finais. Ela sempre apresenta as características de um tempo. Não devemos nos concentrar em um dia, mas em um tempo. O dia não sabemos, mas o tempo é o que nós estamos vivendo. Pelas características, estamos muito perto. Ainda poderemos esperar alguns anos, ou tudo pode acontecer bem rápido, antes do que foi apresentado em sua igreja O importante é estar sempre preparado,
3. A marcação de datas enfraquece o preparo. Inconscientemente, muitos relaxam em seu preparodeixando para resolver questões espirituais mais perto do tempo marcado. ‘Deus não dá a nenhum homem uma mensagem de que decorrerão cinco, dez ou vinte anos antes que termine a história desse mundo. Ele não quer dar um pretexto para os seres viventes adiarem a preparação para o Seu aparecimento (Ibidem, p, 31).
4. Decisões movidas por agitação duram pouco tempo. Quando uma pessoa espera a volta de Cristo por outra motivação que não seja o amor a Ele, vai tomar decisões passageiras e frustrantes, movidas pelo medo do que vai acontecer. Às vezes, até parecem puras, sinceras e profundas, mas dependem de agitação para se manter.
5. Precisamos estar prontos a qualquer momento. Independente
do dia em que Cristo vai voltar, ou do dia em que o decreto dominical
vai ser oficializado, a vida de uma pessoa pode acabar hoje. Ê como se
Cristo já tivesse voltado para ela. Precisamos ser como as virgens
sábias que não esperaram a chegada do noivo para estar preparadas, mas
têm sua provisão para qualquer tempo.
6. Acaba havendo confusão. Os
constantes anúncios de datas para os eventos finais acabam trazendo um
sentimento confuso, a ponto de, ao se cumprirem de verdade, muitos terem
dificuldade em acreditar. Essa é uma obra do inimigo.
7. Cuidado com “novidades” Perto do fim, mais pessoas vão apresentar estudos de “novas” profecias, uma “nova” visão de alguns pontos da Bíblia ou
mesmo a descoberta do tempo certo para o cumprimento de algumas
profecias A verdade vai ser misturada com o erro. Essas pessoas vão se
apresentar com ar de muita sinceridade ou trazendo estudos muito
“profundos” e, por isso, vão enganar a muitos. A melhor saída é
concentrar ávida espiritual no preparo diário, na comunhão, no
testemunho e na freqüência à igreja, para que não sejam pegas
desprevenidas. Continue amando a volta de Cristo, mas faça isso com os
olhos voltados para Ele. Os sinais servem para aumentar a esperança e
fortalecer a fé.
Fonte: BLOG NOVA CHANCE
Assinar:
Postagens (Atom)













