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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Nossa vida sempre causará impacto a alguém.


Devemos ser instrumentos de Deus na vida dos nossos irmãos, pois quando alguém se converte, ou até mesmo desde pequeno esta na igreja, não sabemos dos planos de Deus para a vida dessa pessoa. Por isso precisamos ser canais de benção, usados para edificação do próximo e não para a destruição!

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

As faces da morte.

Notícia do dia: “A cada minuto, 97 pessoas morrem em nosso planeta. 
São cerca de 140.000 mortes por dia, um milhão por semana”. Já percebeu que todo noticiário, revistas e filmes falam do assunto da morte? Essa é uma verdadeira estratégia de marketing para atrair a nossa atenção. Sabe por quê? Porque a morte é um tema que produz indignação, medo e curiosidade em todos nós.
 A morte faz parte de nossa vida. A Bíblia diz que ela é resultado do pecado (Rom. 6:23). Não importa a maneira como foi provocada: assassinato, aborto, doença ou velhice. Todos nós iremos passar por ela, pois somos pecadores.
Agora, existe um tipo de morte que desperta indignação: homicídio. Quem não se indignou ao ver Suzanne Richthofen planejando e executando, juntamente com os irmãos Cravinhos, o assassinato dos próprios pais? E o que falar do caso da menina Isabela Nardoni, que foi brutalmente jogada da janela do seu apartamento? O próprio código penal brasileiro apresenta, do artigo 121 ao 128, os crimes e punições aos responsáveis por homicídios.
E a lei de Deus, o que ela tem a nos dizer sobre o assassinato? No sexto mandamento, Deus resume enfaticamente, com duas palavras, o valor e o sentido da vida: “Não matarás”. Êxodo 20:13. Esse é o mandamento que honra a vida que Deus nos dá. Ninguém tem o direito de tirá-la.
O que é a vida?
Alguns cientistas americanos e japoneses calcularam a composição química e mineral do corpo humano e chegaram a uma conclusão desanimadora: nosso corpo e pele não valem mais do que quatro dólares, ou seja, sete ou oito reais! Isso reunindo os seguintes elementos: 65% oxigênio, 18% carbono, 10% hidrogênio, 3% nitrogênio, 1,5% cálcio, 1% fósforo e outros mais.
Mas nós sabemos que somos muito mais do que uma massa de carne formada por fosfato, cálcio e outros minerais. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus. (Gên. 1:26 e 27). Ele é quem nos concede o dom de viver: “Pois Ele mesmo é quem a todos dá a vida, respiração e tudo mais”. Atos 17:25. Além disso, você tem um propósito fantástico, que é viver para glorificar a Deus, servir às pessoas e ser feliz!
Quer saber o valor da vida humana? Olhe esse texto: “Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata e ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo”. I Pedro 1:18 e 19.
Você tem um valor infinito diante de Deus, pois custou o preço do Seu Filho Jesus. Ele deu a Sua vida por todo o ser humano que já passou por essa Terra. Então, quando uma pessoa tira a vida de alguém, está destruindo o que Deus tem de mais precioso nesse mundo.
As faces do homicídio
1) Aborto
Certo dia, um professor na Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia propôs uma questão aos seus alunos: “Aqui é a história da família. O pai tem sífilis. A mãe tem tuberculose. Eles já tiveram quatro filhos. O primeiro filho é cego. O segundo filho morreu. O terceiro filho é surdo e o quarto filho tem tuberculose. A mãe está grávida. Os pais estão dispostos a ter um aborto se for recomendado. O que é que vocês recomendam para essa família sem perspectiva de futuro?” A maioria dos alunos optou pelo aborto. “Parabéns,” anunciou o professor. “Você acabou de matar Beethoven”.
Nada é tão final quanto a morte, mesmo quando ela ocorre cedo na vida. Ninguém tem o direito de tirar a vida de seu semelhante, não importa a idade. Esse é um assunto sério, um tanto complicado, que merece a nossa atenção.
2) Suicídio
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 3 mil pessoas cometem suicídio no mundo por dia. Estima-se que para cada pessoa que consegue se suicidar, 20 ou mais tentam sem sucesso e a maioria poderia ser prevista e evitada. (fonte: www.abcdasaude.com.br)
Psicólogos e psiquiatras apresentam os motivos para o suicídio: Pessoas que estão numa situação de extrema angústia ou apresentam um estado psicótico; depressão; uma doença incurável, sentimentos de perseguição, etc. Segundo os especialistas, essas pessoas acreditam que o suicídio é a sua única saída para a resolução de seus problemas.
Agostinho escreveu que o cristão não pode cometer suicídio, pois estará quebrando o mandamento “Não matarás”, o qual proíbe matar a nós mesmos. Além disso, Agostinho disse que a pessoa estaria matando a fé e a verdadeira vida. Isso é verdade. Não temos o direito de tirar a própria vida, pois somos feituras de Deus e templos do Espírito Santo (I Cor. 3:16 e 17).
Mas existem outras formas de suicídio. Algumas pessoas morrem aos poucos, desperdiçando a vida com coisas prejudiciais. Você não acha que uma pessoa que fuma, usa bebidas alcoólicas e drogas não comete uma forma de suicídio? E a glutonaria, não é uma forma de pré-suicídio? Algumas pessoas estão matando a vida em “suaves” prestações, destruindo o templo do Espírito Santo! Devemos cuidar do nosso corpo e mente, além de zelarmos pelo uso do nosso tempo. Isso é importante, pois cada momento deve ser vivido de forma sábia, sem desperdícios, assim como disse o filósofo Victor Hugo: “A vida já é curta, mas nós tornamo-la ainda mais curta, desperdiçando tempo”.
3) Homicídio doloso
Em Gênesis 4, vemos o primeiro homicídio ocorrido em nosso planeta. Caim alimentou espírito de ódio e inveja contra seu irmão Abel e tirou-lhe a vida. A partir de então, a humanidade tem registrado constantemente histórias de pessoas que quebraram o sexto mandamento, inspirados por aquele que é “homicida desde o princípio” João 8:44.
“O homicídio existe primeiro na mente. Aquele que dá ao ódio um lugar no coração, está pondo o pé no caminho do assassínio… Os que, a qualquer suposta provocação, se sentem em liberdade de condescender com a zanga ou ressentimento, estão abrindo o coração a Satanás”. O Desejado de Todas as Nações, pág. 227.
4) Palavras negativas
Jesus mencionou o sexto mandamento no Sermão do Monte, em Mateus 5-7. Ali, o Mestre apresentou a essência da Lei e ampliou os dez mandamentos, em contrapartida ao ensinamento apresentado pelos fariseus. Ele disse: “Ouviste o que foi dito aos antigos: ‘Não matarás’… Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo, irar-se contra seu irmão estará sujeito a mandamento no tribunal; e quem chamar-lhe tolo estará sujeito ao inferno de fogo”. Mateus 5:21 e 22.
Podemos “matar” as pessoas com os nossos sentimentos e palavras, sabia? Foi isso que Jesus disse nesses versos. Tiago mencionou que a nossa língua é como uma “fagulha que põe em brasas tão grande selva… é mal incontido, carregado de veneno mortífero”. Tiago 3:5 e 8. É um órgão tão pequeno que pode destruir o corpo inteiro. Quando dizemos a uma criança, por exemplo, que ela é burra ou tola, estamos destruindo uma vida e segundo disse Jesus, estaremos sujeitos ao inferno de fogo. Devemos cuidar das palavras que dizemos aos nossos filhos, cônjuge e pessoas em geral. As palavras têm um poder grandioso de fazer o bem ou o mal na vida dos outros. “A morte e a vida estão no poder da língua”. Provérbios 18:21
“Deus nos considerará responsáveis mesmo por uma palavra proferida em desprezo a respeito de uma alma por quem Cristo depôs a vida”. O Maior Discurso de Cristo, pág. 54 e 55.
Certo pastor foi convidado a fazer o funeral de uma pessoa que havia se suicidado. Ele não sabia que aquele seria um dos dias mais impactantes de seu ministério. Ao chegar ao local do velório, encontrou muitos amigos e familiares, porém não achou a esposa do falecido. Todos estavam muito comovidos com a morte do rapaz. De repente, após alguns minutos de sua fala, todos avistaram a esposa do homem vindo em direção ao caixão, aos prantos, pedindo para ver o rosto do esposo. “Perdão” gritava ela, “Perdoe-me pelo que fiz” repetia constantemente. Antes de chegar ao caixão, a mãe do falecido segurou aquela mulher e disse: “Você não merece ver o rosto do meu filho. Foi você quem o matou”. E aquela esposa foi embora sem ver o rosto do marido. Ela, com suas palavras negativas, levou aquele homem a tirar a própria vida.
Existe remédio para esse veneno mortífero? Como podemos evitar que a nossa língua provoque um incêndio em nossos relacionamentos? A solução chama-se PERDÃO. O perdão desarma nosso inimigo. Ele é um balde de água fria sobre a ira. Ele afasta a nuvem negra do rancor e traz a luz do amor de Deus. Quer observar o sexto mandamento? Ame e perdoe seus inimigos. Suporte as pessoas que lhe fazem mal. Não se deixe vencer o mal, mas vença o mal com o bem, é o conselho bíblico. Que Deus lhe dê forças para honrar a sua vida e a dos outros também.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A culpa torna as pessoas indefesas e sem ação



Nada é mais prejudicial para a proatividade de uma pessoa do que viver com sentimentos de culpa não resolvidos. A culpa é proveniente de sentimentos negativos em relação ao passado. Coisas que fizemos ou deixamos de fazer; palavras que falamos ou deixamos de falar. Há pessoas que vivem mergulhadas no passado com sentimento nostálgicos ou de culpa e vivem travadas, sente-se indefesas, não agem.

É preciso reeducar a mente para a realidade de que só temos domínio sobre o nosso momento presente. Aquilo que fizemos a uma hora atrás, a 20 anos atrás ou mesmo a um minuto atrás pertence ao passado, à história. Não podemos refazer o passado. A história, mestra da vida, só nos serve para com ela aprendermos. Não há como apagá-la ou reescrevê-la. Daí, do ponto de vista pragmático, o sentimento de culpa em relação ao passado é um sentimento inútil. A única coisa que podemos fazer é pedir perdão, nos desculpar e mudar. Não mais cair no mesmo erro que nos trouxe a culpa.    


Por isso o perdão é o melhor remédio para a culpa. Se temos um sentimento de culpa em relação a alguém, se for ainda possível, devemos pedir perdão a ela pelo que fizemos. Isso aliviará a nossa consciência e nos fará nos perdoarmos a nós mesmos.

Temos que aprender a nos perdoar. Todos nós cometemos erros mais graves e menos graves. Somos humanos e não deuses. E para nos perdoarmos é preciso que vençamos a nossa falta de humildade, o nosso orgulho, a nossa soberba. Pessoas que não conseguem se perdoar são, no fundo, pessoas cheias de si, orgulhosas demais para pedir perdão e se perdoar.

Para vencer sentimentos de culpa é preciso coragem e humildade. Coragem para nos olhar de frente e humildade para reconhecer que erramos e que muitas vezes ainda erraremos nesta vida. A coragem também nos dará a força para recomeçar quantas vezes for necessário, para nunca desistir, para lutar por princípios e valores elevados.

                                                                                                   Fonte: Nisto Cremos